Mostrando postagens com marcador Sexualidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sexualidade. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Camisinha e pílula? Que nada! Conheça o Método Billings


O pecado, como nasce? Geralmente, nasce do desvirtuamento das coisas boas que Deus criou. Deus criou o alimento; o demônio incita à gula. Deus criou a santa ira; o demônio promove o ódio cego. Deus ensinou suas Leis; o demônio espalha o legalismo, o farisaísmo. Deus criou o sexo; o demônio planta nos corações a ideia de que o sexo pode ser pura diversão, barrando por meios artificiais qualquer abertura à vida.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Santa Maria Goretti

Preferiu ser barbaramente assassinada a perder sua pureza, cultivada como uma flor intacta e defendida com grande valor.


Na manhã de um sábado em 1 de novembro de 2008, nosso querido papa, hoje papa emérito Bento XVI, dizia-nos que quando visitamos um viveiro botânico, permanecemos admirados diante da variedade de plantas e flores, e chega ser natural e
espontâneo pensarmos na fantasia do Criador que tornou a terra um maravilhoso jardim.

Um análogo sentimento nos surpreende quando consideramos o espetáculo da santidade. Ele continuava dizendo: “o mundo parece-nos um “jardim”, onde o Espírito de Deus suscitou com admirável fantasia uma multidão de santos e santas, de todas as idades e condições sociais, de todas as línguas, povos e culturas. Cada um é diferente do outro, com a singularidade da própria personalidade humana e do seu carisma espiritual. Mas todos têm impressa a “marca” de Jesus”.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Ficar ou namorar?


Conheça algumas perguntas e respostas sobre este assunto tão polêmico entre os jovens:


1 – Ficar é pecado? Eu dei um “selinho” em uma menina, pequei?

quarta-feira, 13 de março de 2013

UGANDA: uma causa urgente!


alt
Fonte: RCC Brasil

O momento é de mobilização e solidariedade para com os nossos irmãos de Uganda, onde a  RCC do Brasil possui uma base missionária desde novembro de 2012. Segundo informações das missionárias da RCC no país, Rita de Cássia Luiz de Sá e Fabiany de Souza, cerca de 160 pessoas portadoras do vírus HIV estão sem o coquetel de tratamento a partir deste mês.  

Elas explicam que essas pessoas, residentes em uma das regiões mais pobres de Uganda, as Montanhas, são atendidas pela comunidade carismática Yesu Ahuriire que, através de doações recebidas da Áustria, distribui a medicação mensalmente. Entretanto, neste mês e no próximo, os doadores já avisaram que não poderão enviar o recurso.

Frente a uma situação tão urgente, a Renovação Carismática Católica do Brasil decidiu se mobilizar e angariar fundos para garantir o tratamento desses irmãos.  Segundo informações das missionárias, são necessários R$ 3800,00 para a compra dos medicamentos referentes aos meses de março e abril.

Trata-se de uma situação realmente dramática, caso esses recursos não sejam levantados, esses irmãos podem morrer.

Como ajudar
Todos os interessados em colaborar com essa iniciativa devem entrar em contato com o Escritório Nacional da RCCBRASIL pelo telefone (53) 3227 0710 ou pelo e-mail rccbrasil@rccbrasil.org.br e manifestar sua vontade de ajudar. Serão aceitas doações de qualquer quantia em dinheiro.

Participe e ajuda a cuidar da vida dos nossos irmãos de Uganda! Estaremos fazendo isso ao próprio Senhor. “Em verdade vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizeste” (Mt 25,40 ).

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Jornal do Vaticano destaca casal que criou Método Billings

Fonte: Canção Nova

O jornal l´Osservatore Romano dedicou na edição desta sexta-feira, 22, um espaço especial para Evelyn Billings, falecida em 16 de fevereiro, aos 95 anos, na Austrália e que, junto com seu marido John, deixou uma herança para a humanidade: a descrição do Método Billings, baseado na regulação da fertilidade baseada na observação do corpo feminino.



Nascida em 8 de fevereiro de 1918, Evelyn entrou na Universidade de Melbourne, formando-se em Medicina. Ela prosseguiu seus estudos em Londres onde se especializou em Pediatria, quando então retornou a Austrália para trabalhar no Departamento de Anatomia da Universidade onde se formou.

Exatamente no ano em que se casa com seu colega John, nascem ‘os Billings’, cuja fama estará para sempre ligada ao homônimo método natural de regulação da fertilidade. Por decênios, o mundo verá o incansável casal de médicos australianos descrevendo o Método Billings - utilizado também pela Organização Mundial da Saúde. Nascido a partir de pequenas e tímidas pesquisas realizadas em Melbourne no início dos anos 50, o método será descrito para mulheres, casais, estudantes de medicina e médicos de todo o mundo, incluindo a China.

O casal teve a coragem de propor o uso do Método Billings no ambiente social e cultural da segunda metade do século XX, que viu o Ocidente inclinar-se à pílula sintética. O método parte do princípio que a ovulação (que determina o período de fertilidade feminina) é acompanhada por particulares secreções, que sendo observadas pela mulher, revelam a ela a fase por que está passando. O método foi acusado de primitivo, pré-científico, mas sobretudo, de ingênuo. O fato de ser um método gratuito, já que pode ser observado pela própria mulher, o torna antipático também à indústria farmacêutica.

Como disse Bento XVI há alguns anos, “se o exercício da sexualidade se transforma em uma droga que quer sujeitar o parceiro aos próprios desejos e interesses, sem respeitar os tempos da pessoa amada, então, aquilo que se deve defender não é mais somente o verdadeiro sentido do amor, mas em primeiro lugar a dignidade das pessoas mesmas”. A Dra. Evelyng Billings Livingston usou quase todo o século de sua existência a defender esta dignidade, defendendo um método que as feministas, infelizmente, não souberam reconhecer. Mas, ainda tem tempo para se usar um método que dá poder ás mulheres sem prejudicar a sua saúde.

O casal John e Evelyn também passou à história por outras pesquisas realizadas, como aquelas sobre as mães durante o período da amamentação e sobre mulheres próximas à menopausa.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Namoro: o que é, quando acontece, onde vai dar

É maravilhosa a essência do amor em todas as suas faces, mas essa experiência perfeita se torna delicada e negativa quando se desvirtua de sua realeza. Amar é dom de Deus e por isso é uma experiência tão perfeita.
Amar é um exercício complexo e encantador, no qual deixamos de viver exclusivamente o nosso tempo para entrar, esperar e compreender o tempo de alguém. E aí temos de perceber a profundidade desse sentimento; amar é, sim, entrar no tempo do outro, é entender, perdoar, estar ao lado sempre, mas não é apoderar-se das vontades alheias nem possuir as rédeas da vida do outro.

Um amor verdadeiro não afasta as pessoas, mas as aproxima; não atropela as etapas que devem ser respeitadas. Não pertencemos a ninguém, não somos propriedade ou objetos de satisfação pessoal; o namoro é, antes de tudo, momento de conhecimento. Somos templo do Espírito Santo de Deus, pertencemos somente a Ele. Amar não é acorrentar, ao contrário é libertar o outro para um mundo diferente do isolamento, da autossuficiência.

Como diz padre Fábio de Melo, “Amor humano é devolução, é restituição. E aquele que aceita qualquer coisa, também será deixado por qualquer coisa”. Somos filhos do céu, filhos da luz, merecemos o Amor em sua mais fiel essência e pureza, não podemos nos contentar com migalhas, fantasias passageiras, promessas imaturas e impensadas. Amar exige maturação, exige renúncia, espera e paciência. É saber entrar no tempo do outro e, acima de tudo, saber permitir que o outro entre em nosso tempo quando isso, de fato, valer a pena.

Namoro: o que é, quando acontece, onde vai dar
Diante disso, procure um amor de verdade, diferente daquele que lhe manda flores, envia mensagens e cartões apaixonados; procure um amor que seja muito mais do que isso! Procure um amor que o ajude na caminhada árdua para chegar onde todos nós devemos ir: ao céu!
Um amor que ache seu terço a pulseira mais bela, seu escapulário o seu colar mais lindo, que veja nas suas roupas (avessas ao que o mundo prega) um sinal de pureza e integridade e a ache a mulher mais bela do mundo! Compreenda que, na hora da missão, a rasteirinha toma o lugar do salto alto, que o Evangelho é o mais lindo batom que deve sempre estar em seus lábios e encontre, no seu olhar de compaixão aos irmãos, o brilho mais bonito!
“Amar é, sim, entrar no tempo do outro, é entender, perdoar, estar ao lado sempre”
Aquele que entenda que as músicas ouvidas por você são sinal de oração e ligação profunda com o seu Maior Amado: Deus; compreenda que a Missa diária não é loucura ou fanatismo, mas uma necessidade; saiba que a sua Bíblia é o que nunca falta na sua bolsa! Aquele que compreenda sua vocação e a ajude a seguir nesta vontade do Pai!

Procure um amor que entenda a importância da adoração ao Santíssimo Sacramento, muito mais que um encontro de vocês! Que veja, nos retiros e congressos, pontes que poderão levá-los ao Eterno, e não se importe em adiar passeios e viagens por isso! Acredite que a castidade é o único caminho para um namoro santo e um matrimônio enraizado na fé!

Que sejam assim, desde o início, o nosso relacionamento, baseados em princípios e valores da Palavra de Deus e nos mandamentos da Igreja, é verdade que, nem assim, serão perfeitos; sempre passarão por dificuldades, mas é mais certo ainda que estarão no caminho certo, afinal estaremos construindo em rocha firme, portanto, nada poderá derrubar o que vêm de Deus! Por mais difícil que pareça, creia que Deus está preparando seu amado! Paz e Bem!
Giselle Ferreira (Membro da Comunidade Mariana Boa Semente – Quixeramobim/CE)

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Conserva teu coração na pureza!




Jovens, ia falar sobre um assunto diferente, mas o Espírito Santo me inspirou para falar de algo que, principalmente entre a juventude, esta aflorada. A sexualidade.  Muitos não sabem, mas viver de forma imoral não nos leva a lugar nenhum. Alguns jovens, hoje em dia, vivem de prazeres momentâneos, pensando que isso vai os fazer felizes para toda a sua vida. Podem até pensar que deu certo, mas vai chegar o momento em que a relação vai esfriar, e o que vamos ter? Dois corações feridos, machucados e quebrados. O que você ganha com a imoralidade? Nada!!!! 
Não venda seu corpo, o seu bem mais precioso. A virgindade é um bem que precisa ser guardado a sete chaves, e não entregado ou vendido para qualquer um.
Se você não se preserva para alguém especial, que sentido sua vida vai ter? Nenhuma. Porque você não esperou por aquele momento sublime, especial e único que o Criador tem para você e para a pessoa que Ele está preparando para estar ao teu lado.
Nesta sexta-feira, estava lendo o jornal de minha cidade, quando me deparei com uma notícia de uma jovem de 20 anos, que dizia ter vendido seu corpo por R$ 1,5 mil. Que absurdo!  Pensei, onde será que ela esta com a cabeça quando pensou em fazer algo tão horrível!? Está não só com a cabeça, mas com o coração longe  de Deus.
O que levou essa jovem a realizar tal ato, provavelmente, foi a ganância por dinheiro e o impulso pelos prazeres momentâneos. Uma moça tão jovem, com tantos sonhos pela frente decidindo pular a cerca e realizar um ato que é para ser sagrado no casamento, não valorizando seu corpo, que é templo do Espírito Santo. Deus já nos diz nas Sagradas Escrituras. ‘’Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? ‘’
1 Coríntios 6:19
Você não precisa se vender jovem, Deus já comprou sua salvação por um alto preço. A morte de Cruz. Considerada a morte mais cruel e dolorosa no mundo. Não faça pouco caso do bem mais precioso que tens, a pureza. ‘’Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus. ‘’ 1 Coríntios 6:20
Jovem, valorize-se! 

Texto: Daiana Vieira Lopes



quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Entre o Casamento tradicional e sodomítico

O Teste do sanduiche de Frango...
Bastou que Dan Cathy, presidente da cadeia de fast-food “Chick-fil-A”, manifestasse sua simpatia pelo casamento como está na Bíblia – ou seja, entre um homem e uma mulher – para que a fúria do militantismo homossexual se desencadeasse contra ele e sua empresa.

À testa da fúria repressiva destacaram-se Rahm Emanuel, ex-chefe de gabinete de Obama e atual prefeito de Chicago, e figurões esquerdistas como os prefeitos de Boston e Washington, D.C.
Em iradas diatribes eles qualificaram a empresa Chick-fil-A de “frango do ódio” e ameaçaram expulsá-la ou impedi-a de abrir novas lojas em suas cidades.

Cathy nada disse no sentido de odiar os homossexuais, nem suas lojas recusam servi-los.
  Por simplesmente manifestar sua opinião religiosa o establishment esquerdista disparou contra ele seus ataques político-midiáticos, numa espécie de linchamento moral. A ferocidade dos arautos das práticas homossexuais chocou profundamente a opinião pública americana que, polarizada pelo assunto, reage com desgosto diante de gestos de violência antidemocrática. Sentiram bem o momento alguns políticos que convocaram um ato de apoio ao Chick-fil-A consistente em ir comer um dos seus sanduíches de frango no dia 1º de agosto. O evento foi largamente informado pela imprensa local, como por exemplo em The Weekly Standart , e incontáveis blogs.

A empresa julgou que receberia um aumento de consumidores por volta de 15/20%. A surpresa foi colossal. Não somente o comparecimento extra beirou, segundo a empresa, os 100% e as vendas os 200%, como o frango acabou em certos pontos de venda. A informação do esgotamento dos stocks deste ou daquele produto era anunciada pelos funcionários nas enormes filas de carro que aguardavam sua vez. Mas era ovacionada como uma vitória.

Os participantes do apoio ao Chick-Fil-A postaram inúmeras fotos das enormes filas de carros nas estradas ou de pessoas em Malls ou shoppings. Estimativas moderadas falam de muitas centenas de milhares de pessoas que assim fizeram conhecer o que pensam da família tradicional e da agressividade da militância homossexual.
Alguns falam até em milhões de pessoas. A Chick-Fil-A tem 1.600 lojas credenciadas.

O extraordinário sucesso patenteou o quanto a “maioria silenciosa” é de fato silenciada pela grande imprensa. Notícias imprecisas e desanimadoras apareceram nos órgãos do macro-capitalismo publicitário americano. Pouco ou nada disso saiu na mídia brasileira.

O clima festivo, as famílias, a criançada, os casais aposentados e as pessoas de todas as idades e condições que aparecem nas incontáveis fotos falam de um ambiente totalmente diverso do que quis ver o jornalista citado.

O pensamento de Cathy sobre o casamento tradicional e bíblico é partilhado pela maioria dos americanos, fato que indigna os ativistas das práticas homossexuais. Nos 32 Estados onde a opção entre casamento tradicional e o “casamento” foi submetida ao voto popular, venceu sem exceção o casamento de acordo com o Direito Natural.

Alguns ativistas do homossexualismo tentaram perturbar e hostilizar ideologicamente os funcionários do fast-food, porém de modo inábil. Outros ainda voltaram em dias seguintes para tirar uma foto provocativa e sair correndo das lojas. Esses episódios, planejados e largamente noticiados pela grande mídia, patentearam a imensa diferença em número e em estilos civis de conduta, dos partidários do casamento tradicional e os da união sodomítica.

Foi também um triunfo da liberdade de expressão, escreveu o Investors Business Daily .

A mensagem das filas de populares na imensa Chicago, dos Rolls-Royces em Davie, Florida, ou dos solados em Charleston, Carolina do Sul, transmitia um protesto profundo, silenciado pela mídia, mas vindo da maioria da nação.

O Investors Business Daily acrescentou que as filas dos restaurantes do Chick-fil-A defendiam também as liberdades de expressão, de religião e de associação.

Só fica aos fanáticos apoiadores do “casamento” homossexual pressionar em favor de projetos restritivos da liberdade de expressão e fomentadores da intromissão, por certo nada democrática, do governo na vida privada dos cidadãos. Este é o fundo de muito ditirambo e projeto insincero contra a “homofobia”.


Fonte: http://www.rainhadosapostolos.com/2012/08/entre-o-casamento-tradicional-e-o.html

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A Liberdade do Amor!

Tanto o amor virginal como o amor conjugal que são, como diremos mais adiante, as duas formas pelas quais se realiza a vocação da pessoa ao amor, requerem para o seu desenvolvimento o empenho em viver a castidade, para cada um conforme ao próprio estado.

A sexualidade — como diz o Catecismo da Igreja Católica — “torna-se pessoal e verdadeiramente humana quando integrada na relação de pessoa a pessoa, no dom mútuo, por inteiro e temporalmente ilimitado, do homem e da mulher”.

É óbvio que o crescimento no amor, enquanto implica o dom sincero de si, é ajudado pela disciplina dos sentimentos, das paixões e dos afetos que nos faz chegar ao autodomínio.
Ninguém pode dar aquilo que não possui: se a pessoa não é senhora de si — por meio da virtude e, concretamente, da castidade — falta-lhe aquele autodomínio que a torna capaz de se dar. A castidade é a energia espiritual que liberta o amor do egoísmo e da agressividade. Na medida em que, no ser humano, a castidade enfraquece, nessa mesma medida o seu amor se torna progressivamente egoísta, isto é, a satisfação de um desejo de prazer e já não dom de si.

A castidade como dom de si
A castidade é a afirmação cheia de alegria de quem sabe viver o dom de si, livre de toda a escravidão egoísta. Isto supõe que a pessoa tenha aprendido a reparar nos outros, a relacionar-se com eles respeitando a sua dignidade na diversidade.
A pessoa casta não é centrada em si mesma, nem tem um relacionamento egoísta com as outras pessoas. A castidade torna harmônica a personalidade, fá-la amadurecer e enche-a de paz interior. Esta pureza de mente e de corpo ajuda a desenvolver o verdadeiro respeito de si mesmo e ao mesmo tempo torna capaz de respeitar os outros, porque faz ver neles pessoas dignas de veneração enquanto criadas à imagem de Deus e, pela graça, filhos de Deus, novas criaturas em Cristo que “vos chamou das trevas à sua luz admirável” (1 Ped 2, 9).

O domínio de si
“A castidade supõe uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda as suas paixões e alcança a paz, ou se deixa comandar por elas e torna-se infeliz”.
Todas as pessoas sabem, até por experiência, que a castidade exige que se evitem certos pensamentos, palavras e ações pecaminosas, como S. Paulo teve o cuidado de esclarecer e recordar. Por isso se requere uma capacidade e uma atitude de domínio de si que são sinal de liberdade interior, de responsabilidade para consigo mesmo e para com os outros e, ao mesmo tempo, testemunham uma consciência de fé; este domínio de si comporta tanto o evitar as ocasiões de provocação e de incentivo ao pecado, como o saber superar os impulsos instintivos da própria natureza.
Quando a família realiza uma obra de válido apoio educativo e encoraja o exercício de todas as virtudes, a educação para a castidade é facilitada e liberta de conflitos interiores, mesmo que em certos momentos os jovens possam observar situações de particular delicadeza.
Para alguns, que se encontram em ambientes onde se ofende e se deprecia a castidade, viver de modo casto pode exigir uma luta dura, às vezes heróica. De qualquer maneira, com a graça de Cristo, que brota do seu amor esponsal pela Igreja, todos podem viver castamente mesmo que se encontrem em ambientes pouco favoráveis.

O próprio fato de todos serem chamados à santidade, como recorda o Concílio Vaticano II, torna mais fácil de compreender que, tanto no celibato quanto no matrimônio, possam existir — e até, de fato acontecem a todos, de um modo ou de outro, por períodos mais breves ou de mais longa duração — situações em que são indispensáveis atos heróicos de virtude. Também a vida matrimonial implica, por isso, um caminho alegre e exigente de santidade.

Fonte: Vaticano

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Quero um Amor maior!

Deus, em Seus caminhos, levou-me a escrever neste livro, no qual falo sobre o amor, a sexualidade e a afetividade. Porém, este sentimento não é exclusivo para os jovens, mas se estende a todos, pois o homem foi criado para amar. O amor nos conduz, move o mundo. Não é à toa que São João afirmou: "Deus é amor" (1Jo 4,16). 

Fomos criados para amar, e nosso coração deseja buscar esse sentimento de todas as formas. São Paulo afirmou: "Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo. O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá” (1Cor 13,7-8). Muitos jovens sofrem por amor, ficam chorando a perda de um namorado, expõem-se a qualquer um, mas se esquecem de que o verdadeiro amor vem de Deus.

Quem não crê no amor vive de qualquer forma, entrega-se, inclusive, a uma sexualidade louca. Muitos jovens se esquecem que sua vida é um dom, um presente para o bem do outro e para o nosso próprio bem. Ao longo dos tempos, tentaram reduzir o amor apenas às pulsões sexuais. Não foi à toa que o nosso querido Papa Bento XVI, em sua primeira encíclica, nos apresentou a beleza do amor, ensinando-nos sobre a verdadeira dimensão do amor eros e do amor ágape

Quem espera um amor verdadeiro não pode amar apenas de corpo, mas de alma, com um sabor de eternidade. Como o amor, o sexo também foi tratado como algo sujo, privado, muitos nem queriam falar sobre ele. Na década de 50, surgiu um movimento que expôs o sexo apenas ao prazer, afirmando que deveria ser livre, que valia tudo, foi a chamada "Revolução Sexual". Nesta mesma época, havia um bispo em Cracóvia, na Polônia, que ensinava aos jovens que o sexo é um dom dado por Deus, mas que exige responsabilidade. Este bispo foi beatificado ano passado. Seu nome é João Paulo II.

Aprendemos que sexo é “pecado”; ouvimos, inclusive, que a Igreja é contrária a ele. Ora, isto tudo é uma bobagem! O sexo é sagrado, mas é preciso vivê-lo de maneira certa, na hora correta para que o amor seja pleno e verdadeiro. Um dos maiores legados do beato João Paulo II, para mim, foi afirmar que a Igreja é perita em humanidade, por isso ele, como chefe dela, lutou tanto para proteger e nos ensinar sobre este preciso dom. 
Meus irmãos, é urgente que surja uma geração que acredita no amor, que viva a certeza de que ele jamais acabará. 
Muitos jovens me perguntam: "Adriano, o que eu posso fazer no meu namoro?". Esta pergunta está errada, porque quem a faz está querendo usar do outro, não está querendo namorar corretamente; esquece que a (o) namorada (o) é um presente de Deus, e a (o) trata (o) como se fosse um objeto.
Infelizmente, muitos não querem amar o outro, mas ser amado por ele, por isso usam do outro como objeto de seu prazer, fazendo do sexo um meio para o exercício errado do amor. 


Mulheres, a principal característica que vocês têm é a sua maternidade. Por favor, não queiram roubar o lugar dos homens, mas se esforcem para trazer o novo para nossa vida com suas características próprias. Deus a fez para que você, ao lado de um homem, possa buscar o amor maior. O grande modelo para as mulheres é a Virgem Maria. Se você quer ser uma grande mulher, inspire-se nela, seja amiga dela e aprenda a ser verdadeiramente bela.

Nós homens trazemos, inato em nós, uma luta a travar; nós temos muito a fazer e, para isso, precisamos ser corajosos e assumir nossas responsabilidades. Há jovens, no mundo inteiro, que entenderam isso e decidiram esperar. O beato João Paulo II já nos ensinava que quem não está disposto a esperar um só dia, não estará disposto a viver a eternidade. A ordem de Deus para nós é que assumamos o verdadeiro amor, sem medo de escolhermos, primeiramente, pelo Senhor, pois nossa felicidade está escondida em Deus, e o céu é a nossa meta.

Esteja disposto a lutar. Hoje, o Senhor quer nos restaurar, basta apenas estarmos dispostos a amar de verdade.



Deus espera por você. Não tenha medo, pois vale a pena esperar, vale a pena ser de Deus. Hoje, o Senhor toca em seu coração para que você viva o PHN. Deixe o Senhor alcançá-lo. Ele o chama a escolher pelo Amor maior.
Acredite: "O amor jamais acabará!"

Deus nos abençoe. 


Adriano Gonsalves
Canção Nova

terça-feira, 26 de junho de 2012

Qual a Solução para a AIDS?

Não há solução fácil para problema difícil
O site abaixo indicado [1] acaba de publicar uma matéria de Fábio Zanini, dando conta de que de fato a “cultura da castidade” é a que mais funciona em Uganda. O mesmo se dá em Zimbábue e Suazilândia, para conter a epidemia de AIDS ou SIDA, como se diz em Portugal. Somente agora a mídia leiga viu o que a mídia católica já tem divulgado há mais de sete anos (zenit.org e acidigital.com). Custa-se ouvir a voz da Igreja.
Sabemos que na África existe o maior número de contaminados por essa doença no planeta. A matéria de Fábio diz que a “Aids é uma obsessão neste país… o combate à Aids em Uganda é um sucesso inquestionável. Há 15 anos, cerca de 30% da população tinham o vírus; hoje, são 6,5%”.
E isso de deu pela cultura da castidade: sexo somente no casamento; nem antes e nem fora dele. A lei de Deus. Os fatos mostram que a Igreja está certa; “não há solução fácil para problema difícil”, como disse Paulo VI.

O articulista diz que jamais faríamos um trabalho desses no Brasil por se tratar de uma opção moralista; infelizmente. Ele conta que os cartazes espalhados para a prevenção à AIDS na África não são um estímulo para usar a camisinha, mas diz: “um motorista responsável se importa com sua família; ele é fiel a sua mulher”.
Em Uganda, a promoção dos preservativos vem só depois da promoção da abstinência e da fidelidade.  O slogan do governo é ABC: A é a inicial de abstinência, B é de “be faithful”, ou seja fiel, e C é para condom, ou camisinha.

O presidente, Yoweri Museveni é cristão, protestante, e a primeira-dama, Janeth, é ainda mais religiosa. Os jovens são incentivados a chegarem virgens ao altar. Aos casais é recomendado que sejam fiéis.
Fábio Zanini diz que conversou com representantes de duas ONGs, esperando ouvir algumas críticas à política do ABC: “Nada. Aprovam 100%. Há um consenso nacional em torno do tema”. E o articulista termina dizendo que: “os números estão aí, desafiando o que diz a lógica e a convicção de muitos (como eu). São um tapa na cara dos céticos”.

Contra fatos não há argumentos. Quando o Papa Bento XVI esteve na África e propôs, mais uma vez, a castidade como prevenção segura contra a AIDS, foi criticado no mundo todo; mas estava certo como mostram esses fatos. Contra eles não adianta argumentar e sofismar. Na página do Dr. Edward Green, no site da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, ele disse:
“Eu sou um liberal nas questões sociais e isso é difícil de admitir, mas o Papa está realmente certo. A maior evidência que mostramos é que camisinhas não funcionam como uma intervenção significativa para reduzir os índices de infecção por HIV na África [2].”

Para René Ecochard, professor de medicina, epidemiologista, chefe do serviço de bioestatística do Centro Hospitalar Universitário de Lyon, “as palavras de Bento XVI sobre o preservativo são simplesmente realistas”. [3]

A mesma redução da contaminação pelo HIV se deu no Zimbábue como se pode ver no excelente artigo científico intitulado “Um sucesso surpreendente Prevenção: Por que o declínio Epidemia do HIV no Zimbábue?”. [4]

Segundo um relatório de fevereiro de 2006 publicado na revista “Science”, a taxa de AIDS entre os habitantes de Zimbabwe entre 17 e 29 anos caiu em 23 por cento entre 1998 e 2003. Entre as mulheres de 15 a 24 anos, caiu em 49 por cento. [5]

Também na Suazilândia o combate à AIDS é um sucesso com a cultura da castidade, há anos. Em uma declaração de 4/12/2006, o Embaixador da Suazilândia nos Estados Unidos, Ephraim M. Hlophe, destacou que a porcentagem de pessoas infectadas neste país diminuiu graças à política que promove a abstinência. No texto emitido durante o seminário “Como o Governo da Suazilândia e a crise da AIDS se cruzam”, o Embaixador explicou que:
“Sua Majestade, o Rei Mswati III, reconheceu a profundidade do problema e está olhando a outros países africanos como Uganda, para encontrar modelos de luta contra o HIV/AIDS, aonde a noção de “abstinência, fidelidade e preservativos” é bastante sensata e por isso a estamos aplicando consistentemente como política”. “No caso da AIDS, o contágio de pessoas infectadas caiu de 42,6 por cento em 2004 para 39,2 por cento este ano.”[6]

A Fundação “Cochrane Collaboration”, uma rede internacional sem fins lucrativos, em um estudo publicado em 2007, onde analisou 14 trabalhos científicos sobre o preservativo no combate à AIDS, mostrou que em cada cinco preservativos utilizados entre heterossexuais, um falha. Isto é, 20% de falha, por má conservação, ruptura, poros maiores que o vírus da AIDS, etc. [7].

Desde 2005 Colin Mason já dizia que “um país africano tem sido bem sucedido no seu combate à AIDS: Uganda. A sua taxa de prevalência do HIV despencou nos últimos anos. Mais de 18% da população adulta tinha o HIV em 1992; em finais de 2005, a porcentagem era de 6,7%” [8].

Uma pergunta surge: Por que a África descobriu o caminha da prevenção da AIDS pela castidade? A resposta é que o Continente “entrou em desespero” e constatou que  a camisinha era inócua para resolver o problema. De acordo com estatísticas publicadas em 2006 pelo UNAIDS (o programa das Nações Unidas para o combate a AIDS), cerca de 24,5 milhões de pessoas na região tinham o vírus em finais de 2005, das quais 2,7 milhões haviam contraído o vírus naquele ano.
Então, na solução moral da castidade, a vontade de Deus, a humilde África encontrou a saída que o Ocidente orgulhoso ainda não acredita. Infelizmente é assim, só no desespero parece que o homem abre o coração e a mente para Deus. E encontra a salvação.

Referências:
[1]http://penaafrica.folha.blog.uol.com.br/arch2008-05-01_2008-05-31.html
[2]Fonte: Population Research Institutehttp://www.harvardaidsprp.org/faculty-staff/edward-c-green-bio.html
[3]https://www.zenit.org/index.php?l=portuguese – Paris, 15 de setembro de 2009
[4]http://www.plosmedicine.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pmed.1000414
[5]http://www.acidigital.com/, Washington, DC, 07/04/2008
[6]acidigital.com, 06.12.2006
[7]http://tvuol.uol.com.br/#view/id=e-possivel-a-camisinha-furar-sem-a-gente-perceber-04021B3370E08923A6/mediaId=5218836/date=2010-07-05&&list/type=user/codProfile=1575mnadmj5c/
[8]Fonte: Population Research Institute

terça-feira, 12 de junho de 2012

Namoro santo. É possível?

É possível namorar sem desagradar a Deus?
Ou seria melhor inventar outra forma de relacionamento?” A Bíblia (que deve ser nosso livro de princípios, nossa regra de fé e prática) não fala nada específico sobre o namoro. Não existe nela o termo 'namorar'. Mas há alguns casos que revelam esse tipo de relacionamento antes do casamento. É o caso de Jacó e Raquel - ele a amou logo de cara e se dispôs a trabalhar para seu pai durante sete anos para tê-la como esposa (Gênesis 29). Aí temos um dos primeiros significados do namoro: é um tempo de dedicação e compromisso. Já imaginou ter que trabalhar de graça para conseguir uma namorada? É preciso muito amor mesmo! O que nem sempre acontece hoje em dia...

Hoje, quase ninguém quer saber do fator 'amor' entre o casal, principalmente no namoro. Ele acabou ficando em segundo plano. Primeiro vem a atração, depois a paixão. E é aí que está o problema: atração e paixão são vontades da nossa carne, não são sentimentos. E quando satisfazemos à carne... é problema na certa. Duvida? Pois vamos aos fatos:

O 'ficar'
Ficar, ou sair por aí com alguém como se fosse namorado sem o ser, virou moda. 'Vamos beijar, beije todos os que estiverem ao seu lado', falou certa vez a cantora Ivete Sangalo em dos seus shows na praia de Florianópolis. E não era de 'ósculo santo' que ela estava falando!

'Namorar só depois de conhecer bem a pessoa', me disse uma amiga. Só que o 'conhecer bem' incluía a relação a sexual - dos beijos ao ato em si. A mídia reforça a idéia: 'o que você acha de transar antes de namorar?' era a pergunta num programa na televisão. E o pior: as respostas eram 'normal', 'depende do cara', 'legal'...
Agora reflita: há compromisso e dedicação quando 'ficamos'? Não. Há amor verdadeiro? Também não, no máximo atração ou paixão. É só para satisfazer um desejo da carne. E qual o problema nisso? Nosso Deus é um Deus que se agrada de compromissos. E se você não consegue fazer isso com quem está ao seu alcance, imagine com Ele.

As conseqüências dessa falta de compromisso.
A família é um projeto do coração de Deus, e o diabo quer destruí-la. Logo, namoro sem compromisso leva a casamentos desfeitos e relacionamentos também sem compromisso. Adolescente que fica hoje, não vai querer casar amanhã, só 'morar junto' - livre de compromisso perante a lei e perante Deus. Esse é o plano de Satanás. Ficar é só para satisfazer a um desejo momentâneo, e 'os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.' (Gálatas 5:24)
Tenho compromisso. E agora? Talvez você não esteja 'ficando', mas decidiu namorar alguém. E esta é a palavra: decisão. Amar alguém também faz parte de uma decisão. Ben Wong, disse que para um casamento ser duradouro é preciso que o casal tenha em mente que decidiu amar àquela outra pessoa pelo resto de sua vida. Se você decidiu assim, não vai dar lugar para os famosos pensamentos do tipo 'o amor entre nós acabou'. E é claro, vai fazer de tudo para cultivar esse amor com gestos e atitudes.
No namoro, a decisão não é menos importante. Principalmente se você tiver em mente 'o que é o namoro'. Esse tempo de compromisso e dedicação é, na verdade, um privilégio. É o tempo que temos para conhecer a outra pessoa. Já se foi (ainda bem!) aquela época em que os pais escolhiam os cônjuges de seus filhos de acordo com seus interesses financeiros, sem que o casal ao menos se conhecesse. Agora, a decisão é de cada um. Mas se você decide namorar, é porque decide 'conhecer' alguém, e com um objetivo.
Conhecer alguém significa saber de seus defeitos e qualidades. Saber o que o deixa feliz e o que o entristece. Saber seus gostos e preferências. Saber qual sua personalidade e saber se é bom ou mau caráter. Saber o que está por trás da 'casca' que, aparentemente, agradou! Será que a fruta é boa mesmo?
Depois disso vem o noivado. É uma segunda etapa do namoro. É a época de fazer planos, sonhar mais alto, projetar um casamento, a construção de uma nova família. E então, finalmente vem o casamento: o objetivo final do namoro. A consumação de um relacionamento de amor. Uma decisão, e das mais importantes.
Pratique o namoro santo! Doze características de um relacionamento que tem, como prioridade, a busca de santidade e da vontade do Senhor:
Antes de namorar, sejam amigos. A amizade é fundamental para um relacionamento dar certo. Permaneçam 'só amigos' o máximo de tempo possível! Busquem orientação de Deus antes e durante o namoro. Se vocês não têm vergonha de beijar um ao outro, então porque ter vergonha de orar juntos?
Estabeleçam alvos conjuntos. Façam do namoro o primeiro passo para um casamento. Nem sempre o namoro vai acabar num altar, mas esse deve ser o objetivo principal. Só comece a namorar com essa intenção, nunca para se divertir ou como passatempo.

Não façam do namoro ou um do outro prioridade. Enquanto vocês não são casados continuam debaixo do cuidado dos pais, autoridades colocadas por Deus sobre suas vidas. A suas famílias devem ser prioritárias. A aprovação deles em tudo o que fizerem é imprescindível.
Lembrem-se do mandamento: 'Honra a teu pai e tua mãe...' e Deus lhes mostrará que é fiel! Não se isolem. Muita gente, após um namoro desfeito, descobre que não tem mais amigos. Eles foram sumindo aos poucos, enquanto o namoro era autocentralizado.
Não se sintam 'dono do outro'. O namoro é apenas uma fase de conhecimento do parceiro (a), não significa que você tem posse sobre ele (a). Não se impeçam de, as vezes, saírem sozinhos (a) ou com a turma;

Não dêem lugar ao diabo (Efésios 4:27). Não fiquem sozinhos em casa, não namorem no escuro. Não façam aquilo que virá a despertar desejos mais íntimos ou sexuais.
Só façam um com o outro aquilo que não teriam vergonha de fazer na frente dos outros. Aproveitem esse tempo para conversar e abrir seus corações. (...); Aprendam a demonstrar carinho com respeito.
Palavras doces, pequenas surpresas e programas agradáveis a sós podem revelar seu amor pelo outro sem que suas convicções se choquem. Busquem o máximo de intimidade visando o conhecimento mútuo sem que seja necessário defraudação do corpo do outro. Intimidade também significa familiaridade.

Duas pessoas íntimas se dedicam particular afeição. Façam com que a paz de Deus seja o árbitro. Namoro turbulento e cheio de neuroses não esta com nada. Não dêem ouvidos para que os outros falam, ou o que a sociedade vem impondo sobre namoros 'modernos'.
Lembrem-se que estamos no mundo, mas não pertencemos a ele. Não se acomodem, não se conformem com o que está errado. Sejam firmes. E sejam felizes!

'E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.' (Romanos 12:2)


Por Rosana Salviano
Fonte: Canção Nova

terça-feira, 29 de maio de 2012

Castidade e Modéstia, por que?

Castidade...
Tem se falado muito dessa virtude, mas tem se feito muito pouco para promovê-la. Nesse sentido, importantíssimas são as recomendações de Jason Evert sobre a modéstia, porta que se abre para uma correta compreensão do corpo humano e da dignidade corporal das pessoas.
Especialmente para as mulheres: muitas infelizmente não compreenderão que seu corpo é templo do Espírito Santo e deve ser devidamente protegido e guardado. Enfim, as recomendações dos vídeos são ótimas!

 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A pureza e a castidade

João Paulo II afirmou que nossos corpos revelam que somos feitos para ser dom(entrega) para os outros, e para receber outros como dons. João Paulo II explica que Adão e Eva eram capazes de estar nus e não terem o sentimento da vergonha porque eles não tinham pecado; eles compreendiam e viviam o “sentido esponsal” do corpo. Eles se respeitavam um ao outro como pessoas, e não eram capazes de usar um ao outro.

Sem a prática da castidade pelos atos, pensamentos e palavras, perde-se a responsabilidade pelo próprio corpo e pelo corpo do próximo. Sem o respeito e a dignidade pelo corpo, que é templo do Espírito Santo, torna-se praticamente inviável alcançar a capacidade de ser e fazer alguém feliz no amor. É necessária a plena consciência de que o corpo não é objeto, mas instrumento de amor. 

“Uma alma pura é uma pérola preciosa. Enquanto está escondida na concha no fundo do mar, ninguém pensa em admirá-la. Mas se a trouxermos para a luz, esta pérola brilhará e atrairá todos os olhares. Portanto, a alma pura que está escondida aos olhos do mundo um dia irá brilhar ante os anjos no sol da eternidade”.  (São João Maria Vianey)

Todos somos chamados a viver essa pureza, todos somos chamados a trazer essa pérola preciosa para luz. Jesus nos fala: "Neste mundo tereis aflições, mas tende coragem: Eu venci o mundo!" (Jo 16,33). Precisamos ter coragem de lutar, coragem para carregar a cruz.


São Josemaria Escrivá nos fala: 
“Para defender sua pureza, São Francisco de Assis rolou na neve, São Bento se jogou em um arbusto de espinhos, São Bernardo trancou-se em um depósito gelado. E você, o que fez? Não diga “esse é meu jeito de ser, é meu caráter”. Não! É sua falta de caráter. Seja homem! Quando você decidir firmemente viver uma vida pura, a castidade não será um peso para você, será uma coroa de triunfo”.



Tenha essa coragem! Lute! Você não deve desistir, "Coragem, Eu venci o mundo", você tambem pode vencer. A Bem-aventurada Madre teresa de Calcutá nos diz: "Para ser puro, para permanecer puro, tem-se que pagar um preço: Conhecer a Deus e amá-Lo o suficiente para fazer a Sua vontade". Que possamos conhecer a Deus e amá-lo, assim como Ele nos conhece e nos ama.

Castidade, Deus quer, você consegue! 
 


 
Postado por: Daiana Vieira Lopes

terça-feira, 15 de maio de 2012

É o amor que humaniza a sexualidade

O amor torna humana a sexualidade e gera o comprometimento
Amor: somente ele pode, de fato, humanizar a sexualidade. No entanto, em nossos dias esse termo se encontra envolto em uma complexa confusão em seu sentido e compreensão. Muitos o têm reduzido apenas à dimensão do prazer, em sua especificidade erótica. É certo que essa palavra engloba também essa dimensão, contudo, ele não se encerra apenas em tal expressão.

O amor – em seu sentido agápico (grego: Agápe) – significa capacidade concreta de doação em favor de um outro, buscando a devida interação com a sua verdade. E isso também deve ser aplicado à concepção humano/erótica do amor, pois, este para ser autêntico não poderá ter o egoísmo como única força motriz.
O amor não se resume à utilização do outro como objeto de prazer sexual. Ele não poderá permitir a utilização momentânea e descartável de um “alguém humano” por meio de aventura descompromissada e irresponsável. O autêntico amor comporta o compromisso.

Estamos acostumados a ouvir os gritos de uma sociedade que elevou à máxima potência a necessidade de satisfazer os próprios desejos e instintos a qualquer custo, transmutando, assim, o valor da pessoa e o colocando em segundo plano. Dentro desse universo de compreensão, o que importa é satisfazer o desejo, não se importando se o outro é utilizado como um mero “brinquedo” por alguns instantes, sendo depois jogado nas mãos do destino.

É o amor/compromisso quem humaniza a sexualidade, do contrário ela se torna apenas egoísmo animalesco. A vivência sexual sem o amor deixa de ser humana e torna-se escravidão instintiva.

Quem verdadeiramente ama é capaz de assumir o outro integralmente, com todas as suas consequências, sem querer usá-lo apenas para uma satisfação superficial.
O amor torna humana a sexualidade e gera o comprometimento – que tem sua máxima expressão no matrimônio sacramental – e o bem necessário para que a devida interação aconteça, sinalizando o outro como fim e não como meio. O ser humano possui uma dignidade inviolável, ele é pessoa e nunca deverá ser diminuído à categoria de objeto.

O amor traz cor e sabor à vida, ele inaugura uma primavera de sentido para toda e qualquer relação.

A virtude a que somos chamados consiste em contemplar pessoas e relacionamentos sob a ótica do autêntico amor. Assim a doação sincera em vista do bem inspirará nossas atitudes e nos permitirá elevar o ser à sua altíssima e verdadeira condição: a de filho amado, querido e respeitado por Deus.

 Padre Adriano Zandoná

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A Castidade nos leva à verdadeira Felicidade!

“Eu vos exorto, pois, irmãos, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir que é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada, o que é perfeito” (Rm 12,1-2).
No caminho para a santidade e para a vida feliz temos uma grande aliada. Uma virtude e graça de Deus chamada CASTIDADE. Trata-se da nossa sexualidade e afetividade integradas para o amor.

É importante deixar bem claro que a castidade existe PARA O AMOR.

Talvez, quando se fala em castidade, a primeira coisa que venha ao pensamento seja a abstinência sexual, mas ela está muito além disso. Interfere em nosso modo de ser e de nos relacionarmos com os outros, com o mundo que nos cerca. Ser casto é ser puro, ser equilibrado em nossa sexualidade e afetos.
Outra riqueza da CASTIDADE, para aqueles que são vocacionados ao matrimônio, é que ela prepara um homem TODO para uma mulher única, ou, uma mulher TODA para um homem ÚNICO. Sendo casto você poderá dar-se inteiro àquele(a) que Deus preparou para você. Sempre que nos envolvemos com alguém, deixamos um pouco de nós. Por isso a castidade preserva de modo íntegro e inteiro o grande dom do amor em nós.

Confira alguns benefícios da CASTIDADE para a sua vida:

- Domínio de si: a castidade nos leva ao controle de nossos impulsos. O jovem casto não se deixará dominar facilmente pelas pressões externas. Isso também vai ajudá-lo a viver a fidelidade em seu casamento, pois foi “treinado” no domínio de si.
- Amizade: o fruto da castidade é a amizade. Amizades sadias e equilibradas.
-Maturidade: a ciência comprova que a vida sexual precoce pode bloquear o desenvolvimento sexual, emocional e psicológico. O jovem casto caminha, portanto, para a maturidade plena.
- Liberdade: vivendo a castidade você fará a experiência da liberdade do amor. Não precisará esconder os erros do passado. A verdade é que nunca esquecemos um relacionamento que tivemos, mesmo que você tenha “ficado” uma única vez. Levamos conosco a marca. Quem é casto é livre.
- Aumento no nível da testosterona: isso é comprovado pela ciência. O jovem casto aumenta de modo saudável o nível desse importante hormônio, principalmente para os homens. A testosterona é responsável por dar ao homem as características próprias de sua sexualidade. Por isso, a resistência física ao trabalho e às infecções aumentam. A capacidade mental e o vigor intelectual do jovem também melhoram muito.

Esses são apenas alguns dos benefícios da vivência de uma juventude casta. Deus nos fez para o amor verdadeiro. É este amor que perseguimos e a castidade é a virtude que nos encaminha para a linda experiência deste amor.

Aline Bof
Comunidade Oásis