Preferiu ser barbaramente assassinada a perder sua pureza, cultivada como uma flor intacta e defendida com grande valor.
Na manhã de um sábado em 1 de novembro de 2008, nosso querido papa, hoje papa emérito Bento XVI, dizia-nos que quando visitamos um viveiro botânico, permanecemos admirados diante da variedade de plantas e flores, e chega ser natural e espontâneo pensarmos na fantasia do Criador que tornou a terra um maravilhoso jardim.
Um análogo sentimento nos surpreende quando consideramos o espetáculo da santidade. Ele continuava dizendo: “o mundo parece-nos um “jardim”, onde o Espírito de Deus suscitou com admirável fantasia uma multidão de santos e santas, de todas as idades e condições sociais, de todas as línguas, povos e culturas. Cada um é diferente do outro, com a singularidade da própria personalidade humana e do seu carisma espiritual. Mas todos têm impressa a “marca” de Jesus”.
