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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Santa Maria Goretti

Preferiu ser barbaramente assassinada a perder sua pureza, cultivada como uma flor intacta e defendida com grande valor.


Na manhã de um sábado em 1 de novembro de 2008, nosso querido papa, hoje papa emérito Bento XVI, dizia-nos que quando visitamos um viveiro botânico, permanecemos admirados diante da variedade de plantas e flores, e chega ser natural e
espontâneo pensarmos na fantasia do Criador que tornou a terra um maravilhoso jardim.

Um análogo sentimento nos surpreende quando consideramos o espetáculo da santidade. Ele continuava dizendo: “o mundo parece-nos um “jardim”, onde o Espírito de Deus suscitou com admirável fantasia uma multidão de santos e santas, de todas as idades e condições sociais, de todas as línguas, povos e culturas. Cada um é diferente do outro, com a singularidade da própria personalidade humana e do seu carisma espiritual. Mas todos têm impressa a “marca” de Jesus”.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

A primeira mártir brasileira: bem-aventurada Albertina Berkenbrock

Fonte: Zenit

Aos 12 anos de idade, no dia 15 de junho de 1931, Albertina foi assassinada porque quis preservar a sua pureza espiritual e corporal


Bem-Aventurada Albertina Berkenbrock

“Albertina foi uma menina que ousou ser santa.” Foi com essas palavras que Dom Jacinto Bergmann, bispo da diocese de Tubarão – Santa Catarina -, referiu-se a ela na cerimônia de sua beatificação.

Nasce no dia 11 de abril de 1919, Albertina Berkenbrock, em um simples povoado de São Luís, município de Imaruí no Estado de Santa Catarina. Filha de um casal de agricultores – Henrique Berkenbrock e Josefa Boeing, esses fervorosos católicos oriundos de famílias alemães. Foi com eles que Albertina aprendeu as verdades da fé, a rezar, a frequentar a igreja e a respeitar os mandamentos de Deus. Albertina cultivou em si uma especial devoção a Virgem Maria e a São Luiz Gonzaga. Não abria mão de recitar diariamente o rosário com a família, e preparou-se com tanta alegria e entusiasmos para a Primeira Eucaristia que recebeu no dia 16 de agosto de 1928.

Foi neste ambiente simples, belo, acolhedor e cristão de sua família que Albertina cresceu. Ajudava com amor os seus pais nos trabalhos da roça e em casa. Era dócil, obediente, incansável, e paciente.